DESIGN
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A F-Maxx número treze está na linha de produção. A edição de número 12 foi envelopada por Luís Alemão, especialista no assunto, com fibra de carbono cromo. O que confere outro diferencial a gigante.
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A picape 10 foi batizada de Vegas, já que a capota fixada acima da caçamba, atribui ao modelo um ar de limousine. A nove tem a participação dos apaixonados pelo modelo: a escolha da cor preta é assinada por eles, através de consulta aos clientes.
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Na de número oito, os destaques eram: Wi-Fi veicular, com suporte 3G de Internet Móvel; três tetos solares Webasto; câmbio automático; sensores de estacionamento com câmera; geladeira com freezer; telas de DVD com touchscreen e Bluetooth atrás de todos os bancos.
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A picape sete, produzida em 2010, tinha um charme a mais: a cor branca perolada. Com uma pigmentação especial, o veículo refletia tons de azul conforme a incidência da luz.
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No mesmo ano, a Tropical Cabines lançou uma série alusiva à Copa do Mundo da áfrica do Sul. A pintura na cor amarela mudava para verde de acordo com a luz, lembrando as cores do Brasil.
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A sexta edição da F-Maxx marcou a comemoração dos 25 anos da empresa. A versão foi a primeira da categoria a apresentar câmbio automático. Seguindo uma tendência mundial no quesito "carros de luxo", a picape foi apresentada nas cores prata fosca com detalhes em laranja.
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A partir da quarta edição, o modelo passou a usar como base estrutural o caminhão Cargo 815 e não mais o F-12000. O F-12000 deixou de ser produzido pela Ford, não constando mais na tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). A partir do Cargo 815 é possível inserir câmbio automático nas picapes, o que torna o veículo mais confortável. Além de facilitar a manutenção.
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A segunda geração da F-Maxx - fabricada em 2007 - impressionou ainda mais que a primeira, feita para teste e com apenas quatro portas. Já com seis portas, a segunda versão veio para consagrar a picape como a maior do país.
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